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CONTRA ATAQUE - Esquerda convoca MANIFESTAÇÃO pela PRISÃO de Bolsonaro

PT e movimentos sociais marcam manifestações para março e fazem ofensiva contra ato pró Bolsonaro mas admitem dificuldade de mobilização de apoiadores


Ato do 8/1 em Brasília convocado pela esquerda reúne poucos participantes


Na última terça-feira (20), as Frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, reunidas, decidiram convocar uma jornada nacional de mobilização, marcada para o próximo dia 24 de março, pedindo a prisão de Bolsonaro. O encontro aconteceu dias antes da mobilização convocada por Bolsonaro que acabou sendo um grande sucesso, e tem objetivo tentar mostrar que o governo ainda possui algum apoio.


Diversas entidades estiveram representadas no encontro, incluindo UNE, CUT, MTST, MST, MNU, CMP, e MMM, juntamente com partidos como PT, PSOL, e PCdoB.


As organizações presentes na reunião concordaram sobre a importância de ocupar as ruas como forma de pressionar por sanções contra Bolsonaro e ex-membros do alto escalão de seu governo, incluindo Generais e ex-Comandantes das Forças Armadas.


Eles acreditam que as condenações do ex-presidente e de oficiais de alta patente, além de serem inéditas, têm o potencial de influenciar significativamente a situação política no Brasil, principalmente às vésperas das eleições para prefeitos e vereadores.


Segundo as organizações, apesar de considerarem de grande relevância as ações do Supremo Tribunal Federal e da Polícia Federal na defesa da democracia, há o entendimento de que a esquerda não deve meramente observar as instituições, especialmente diante da manifestação de apoio a Bolsonaro no dia 25 de fevereiro, na Avenida Paulista, em São Paulo.


Os movimentos sociais reafirmaram o calendário aprovado durante o Seminário das Frentes, realizado no início de fevereiro, com uma ênfase na intensificação do chamado para o Dia Internacional de Luta das Mulheres (08 de março) e para as ações em busca de justiça para Marielle. Além disso, foi definido o dia 24 de março como uma data nacional, destacando também os 60 anos do golpe militar.


Adicionalmente, será divulgado um manifesto abrangente em defesa da democracia, buscando incluir apoiadores para além da esquerda, seguindo o modelo da "Carta aos brasileiros e às brasileiras, em defesa do Estado Democrático de Direito", apresentada na Faculdade de Direito da USP em 2022.


A reunião também abordou a significativa declaração de Lula na 37ª Cúpula Africana de Nações, na qual denunciou o genocídio praticado por Israel contra o povo Palestino. Foi reiterado o compromisso das frentes em apoiar o presidente diante dos ataques provenientes dos bolsonaristas e do lobby sionista.


Apesar da decisão, as Organizações que atuam nos movimentos sociais e lideranças de partidos de esquerda admitem que o campo bolsonarista tem hoje mais capacidade de mobilização e preparam uma “jornada de mobilizações” em março para tentar dar uma resposta ao ato em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realizado neste domingo, 25, na Avenida Paulista.


Um exemplo disso foi o ato do 8/1 em Brasília convocado pela esquerda que reuniu poucos participantes. Uma tenda serviu para abrigar quase todos os participantes. O ato foi marcado um ano depois dos ataques antidemocráticos do dia 8 de janeiro de 2023.


ASSISTA O VÍDEO:




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