top of page

Aliados de Lula não querem revogação de prisão domiciliar de Bolsonaro

  • Foto do escritor: Redação Mundo Polarizado
    Redação Mundo Polarizado
  • 14 de jul.
  • 2 min de leitura

O ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL), fez uma aparição de cerca de 20 minutos no quintal da casa onde ele cumpria prisão domiciliar em 9 de setembro de 2025 — Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo
O ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL), fez uma aparição de cerca de 20 minutos no quintal da casa onde ele cumpria prisão domiciliar em 9 de setembro de 2025 — Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gostaram da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de proibir o pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro, a visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em regime de prisão domiciliar humanitária.


Por outro lado, esperam que o ministro não revogue a prisão domiciliar do ex-presidente.


Na avaliação de petistas, os aliados do ex-presidente já estão explorando politicamente a decisão de proibição de visitas, mas teriam muito mais munição caso Alexandre de Moraes revogue a prisão domiciliar do ex-presidente.


Seria um "prato cheio" para a oposição usar durante a campanha, com o risco de agravamento do estado de saúde de Bolsonaro


A expectativa no PT é que Alexandre de Moraes fique apenas com a medida adotada em relação ao senador do PL, porque foi ele quem infringiu a medida cautelar.


No caso de Bolsonaro, a torcida é para que seja feita no máximo uma advertência ao ex-presidente.


Ao proibir visitas de Flávio Bolsonaro ao pai, depois de o filho divulgar carta do ex-presidente em defesa de sua candidatura, Alexandre de Moraes voltou a ser atacado pelos aliados do ex-presidente de perseguição política.


Reclamam que Lula, quando preso, divulgava cartas e dava entrevistas, traçando inclusive a estratégia da campanha de Fernando Haddad.


Juristas lembram, porém, que tecnicamente a decisão de Moraes é correta. Afinal, estava em vigor medida cautelar proibindo Bolsonaro de usar suas redes sociais ou a de terceiros.


Na época de Lula, o hoje presidente não estava com seu trânsito em julgado decretado. Já Bolsonaro está, com seus direitos políticos suspensos.


Por isso, não podia descumprir a medida cautelar que proibia o uso de suas redes sociais ou a de terceiros.


O pré-candidato do PL promete recorrer da decisão de Alexandre de Moraes, alegando que ela é inconstitucional e silencia o ex-presidente durante o processo eleitoral, o que não aconteceu com Lula quando estava preso em 2018.


Na época, ele participou, da prisão na PF, das estratégias da campanha de Fernando Haddad.


Texto: G1

 
 

© Desde 2021 por Mundo Polarizado. 

  • Instagram
  • Youtube
  • Facebook B&W
  • X
  • Twitter B&W
bottom of page